Gabarito Não Oficial

Written on 21:19 by Leonardo Rebés Augustin

Informática Instrumental
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2- D 7- B
3- C 8- A
4- B 9- C
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Empreendedorismo

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Encargos e Salários nas Montadoras

Written on 14:39 by Leonardo Rebés Augustin

Comparação de encargos sociais para cada US$ 1,00 de salário horário, feita pela Booz-Allen & Hamilton nas montadoras de automóveis, para cargos horistas (Base 8 horas diárias de trabalho):

Brasil - US$ 1,66
Itália – US$ 1,12
França - US$ 0,88
Alemanha – US$ 0,76
EUA – US$ 0,34
Japão – US$ 0,31

Comparação do salário – hora médio pago aos empregados nas empresas montadoras de automóveis:

Brasil – US$ 3,00
Inglaterra – US$ 12,00
Japão – US$ 13,00
EUA – US$ 15,00
Itália – US$ 16,00
Alemanha – US$ 21,00

Consumidor reduz uso de sacolas plásticas

Written on 11:18 by Leonardo Rebés Augustin



Só no Brasil são consumidas 12 bilhões de sacolas plásticas por ano. No mundo são mais de 500 bilhões de saquinhos por ano. Cada sacola demora cerca de 400 anos para desintegrar no meio ambiente. (fonte: Abras)

Cada vez mais o consumidor tem se preocupado com o impacto de suas ações no meio ambiente. A responsabilidade social ganha força em campanhas publicitárias, melhorando a imagem das empresas e incentivando o uso consciente dos recursos naturais.

Duas das maiores redes varejistas de supermercados lideram essas ações. O Carrefour há um ano lançou o programa da sacola reutilizável que já foram comercializados cerca de 400 mil unidades do produto. Outra campanha eficiente é a da rede Wal-Mart, que compreende as marcas Nacional, Maxxi Atacado, BIG entre outras. A rede concede descontos no caixa para clientes que não solicitam sacolas plásticas. Segundo a empresa já foram concedidos R$ 18 mil reais em descontos e poupado mais de 600 mil sacolas só no estado do RS. O Wal-Mart também comercializa a sacola reutilizável, desde setembro de 2008 e já comercializou 400 mil unidades.

O país recicla 600 mil toneladas de plásticos descartáveis por ano, o que corresponde a 21,5% de todo o material descartável. A média da União Européia é de 18,5%. A idéia é transformar plástico em energia.

Na realidade estamos buscando alternativas sustentáveis para o meio ambiente, uma nova forma de cultura e um novo modelo de comportamento do consumidor. Sair da nossa zona de conforto e superar paradigmas será nosso desafio nos próximos anos.

Sistema flexível de trabalho reduz rotatividade

Written on 23:09 by Leonardo Rebés Augustin


Em tempos de tecnologia cada vez mais acessível, o que faz a diferença são pessoas. “Nós produzimos inteligência! Se eu não tiver a mente dessas pessoas descansadas, tranquilas com o processo, não conseguo realmente ter o melhor da chamada economia do capital intelectual”, ressalta Gil Giardelli, dono da Permission, administradora de sites de empresas.

Localizado em São Paulo, o negócio tem 39 funcionários e atua no setor de ad network, ou seja, sites terceirizam com a Permission a tecnologia e a venda de publicidade. A grande inovação do Gil Giardelli é justamente valorizar o capital intelectual da sua empresa: seus colaboradores.
“Vivemos uma nova economia, uma economia colaborativa. Então, eu tenho quase um terço da empresa hoje trabalhando em suas casas. Por quê? É que em São Paulo existe um congestionamento muito grande, é melhor essas pessoas trabalhem em seus lares”, explica o empresário inovador.
Com essa inovação, a Permission tem mais produtividade, redução de custos e, principalmente, valoriza o investimento que faz em pessoal. Manter um funcionário na maioria das vezes é mais eficiente e barato do que formar outro. “Criei pessoas aqui! Tem gente que entrou como estagiário, com 18 anos, e hoje, cinco anos depois, é uma estrela na área de vendas”, conta Giardelli.
Avaliação: A empresa criou parâmetros de avaliação para o sistema dar certo. Os funcionários tem que cumprir metas financeiras e de colaboração com a equipe. “É meritocracia pura”, diz o empresário.
O outro padrão de avaliação é subjetivo, mas comprovadamente poderoso para aumentar a produtividade em empresas. A Permission contrata, uma vez por ano, uma empresa de recursos humanos para medir a felicidade dos colaboradores. “Os resultados são sempre positivos. O maior índice pra mim é minha taxa de turnover – relação entre admissões e demissões ou taxa de substituição de trabalhadores antigos por novos –, que é baixíssima comparada com as outras empresas do mercado”, comemora Giardelli.
Da Agência Sebrae de Notícias

Trabalhando Pelado

Written on 23:00 by Leonardo Rebés Augustin


Funcionários tiram a roupa para levantar o moral da empresa.
Experiência que levou funcionários de uma companhia de design a trabalhar sem roupa virou programa de televisão

O desafio da equipe da empresa de design inglesa se transformou em programa de televisão. À dir., a gerente Sam Jackson A equipe de uma empresa de marketing e design inglesa passou um dia inteiro trabalhando sem roupa para levantar o moral da companhia. O “evento”, batizado de “Naked Friday” (Sexta-feira Nua), que substituiu o uso de roupas mais casuais às sextas-feiras, agora vai se transformar em um programa de TV.
A ideia partiu do psicólogo David Taylor, conhecido como “Naked Leader” (Líder pelado), que havia sido chamado pela direção da companhia onebestway, da cidade de Newcastle upon Tyne, para oferecer sugestões de como melhorar a integração dos funcionários. Com o corte de seis integrantes da equipe, devido à crise financeira, a equipe andava mais desanimada. Segundo o psicólogo explicou aos funcionários, ao tirar suas roupas, eles deixariam de lado suas inibições e poderiam falar mais abertamente e serem mais honestos sobre suas opiniões.

Site do programa "Naked Office"“Convidar uma organização a tirar a roupa é a técnica mais radical que eu já usei”, explicou Taylor ao jornal britânico The Daily Telegraph. “Pode parecer esquisito, mas funciona. É o gesto final de confiança em você mesmo e nos outros”.

Apesar da hesitação inicial de vários funcionários, a equipe da empresa decidiu aceitar o desafio e tirou a roupa. Mas das duas mulheres da equipe, apenas Sam Jackson seguiu à risca o pedido. Aos 23 anos, a gerente da equipe trabalhou nua durante o expediente. “Foi sensacional. Agora que nós já sabemos como parecemos sem roupa, não há mais barreiras entre nós”. “Não houve qualquer pressão. Quem quisesse, poderia trabalhar de roupas normais ou de roupa de baixo. Mas eu amo meu corpo e não fiquei com vergonha. Somos todos lindos, não importa se somos magros ou gordos”, disse Sam, que afirma ter esquecido que estava nua depois que se acostumou com a situação.A outra funcionária preferiu trabalhar de calcinha e sutiã. Um homem também preferiu ficar de tanga.

O processo de convencimento da técnica radical de motivação levou uma semana.“Nós descobrimos que era muito mais fácil falarmos abertamente uns com os outros – e isso continuou mesmo depois do experimento. A companhia melhorou muito”, afirmou a gerente da empresa de design e marketing.O dia dos pelados no escritório foi filmado e se transformou num documentário. O programa de TV se chamará “Naked Office” e irá ao ar no dia 9 de julho na TV a cabo no Reino Unido.

Por ÉPOCA Negócios On Line
Se essa moda pega aqui no Brasil.......

Você está despedido!

Written on 22:21 by Leonardo Rebés Augustin

Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:-Levante-se e saia da sala.-Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé.Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão.
A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
Stephen Kanitz
Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1726, ano 34, nº45, 14 de Novembro de 2001.

QUALQUER DÚVIDA

leonardo.cientifico@yahoo.com.br